Bruno diz que Jhony criticava aliados até pouco tempo e evita cravar se dividiria palanque com o médico; veja vídeo


O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, comentou as recentes movimentações no cenário político estadual e adotou um tom cauteloso ao tratar de possíveis alianças e do segundo turno das eleições.

Segundo ele, ainda é cedo para discutir cenários futuros. “Eu não falei até agora sobre o segundo turno, até porque a gente não começou nem o primeiro. Acho que não tem muito cabimento falar sobre o segundo turno, nem muito menos fazer avaliação”, afirmou.

Sem citar diretamente em um primeiro momento, Bruno fez referência à mudança de posicionamento de Jhony Bezerra, que recentemente alterou seu alinhamento político. O prefeito destacou que não cabe a ele explicar mudanças feitas por outros atores do processo eleitoral.

“Quem tem que fazer a avaliação é o próprio pré-candidato ou ex-candidato que foi quem mudou de opinião. Quem tem que dar explicações a respeito de mudanças não sou eu”, declarou.

Ao ser questionado se dividiria o mesmo palanque com Jhony, Bruno evitou confrontos e afirmou que essa é uma decisão que cabe ao próprio político e aos eleitores.

“Esse é um juízo de valor que ele vai fazer, que os próprios eleitores vão fazer. Então não cabe a mim fazer esse juízo de valor”, disse.

O prefeito reforçou que permanece no mesmo campo político desde o início de sua trajetória. “Eu estou onde eu sempre estive, com as pessoas com as quais eu sempre estive e permanecerei”, afirmou.

Bruno também comentou sobre o cenário partidário. Filiado ao União Brasil, afirmou que não tem pressa para discutir eventuais mudanças de legenda, especialmente porque, segundo ele, não é candidato no momento. “Como a priori eu não sou candidato, possivelmente não serei, eu também não tenho pressa para definir partido, pelo menos não até o final do mês”, explicou.

Sobre a possível candidatura de Juliana Cunha Lima a cargos majoritários, o prefeito afirmou que a decisão está sendo construída em conjunto com aliados e elogiou o nome da correligionária. “É um orgulho para a gente, sobretudo pelo trabalho e pela pessoa que ela é”, declarou, acrescentando que as conversas envolvem parceiros políticos e também o senador Efraim Filho.





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