O caso aconteceu no último sábado (10) e inicialmente a morte era tratada como suícidio, mas após depoimentos da família do jovem, dizendo desconhecer a proximidade com a pessoa que estava com ele no apartamento, a Polícia Civil entendeu que era necessário abrir um inquérito para apurar a circunstância da morte. A família alega que tem conversas e áudios feitos no apartamento.
Com a abertura das investigações, uma nova perícia deve ser feita no local do apartamento, no 3º andar, assim como a coleta de depoimento das pessoas que estavam no local quando a morte aconteceu, assim como de familiares e outras pessoas.
Em entrevista para a TV Cabo Branco, a tia de Alberth Cosmo, Tatiana, disse que o jovem era músico, era uma pessoa "alegre" e que tinha planos para o futuro. Isso, segundo ela, faz com que seja difícil acreditar na tese inicial levantada para a morte dele.
"Era uma pessoa muito feliz, muito alegre, que tinha projetos já prontos para serem realizados, para viajar para Fernando de Noronha, ser morador da ilha, trabalhar na recepção de um hotel como bilingue, fez um curso, passou. Um menino de luz, feliz e muito, muito alegre", disse.
A tia também disse que a família tem imagens e áudios de quando supostamente Alberth estava no apartamento. Os áudios, inclusive, mostrariam um momento de discussão
"Mostra gritos, mostra ele (Alberth) falando, muito barulho de briga, e uma pessoa como se fosse empurrada. Essa pessoa do apartamento a gente não conhece, a gente nunca viu, não estava no ciclo de amizade dele, e os outros (que estariam no apartamento) a gente ficou sabendo depois, um diz que não estava, um diz que outro estava", contou.
O advogado acompanhou a tia e a família do jovem na delegacia durante esta quinta-feira.
G1
